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Press Release05 August 2026Brasil
Como a Siemens ajuda o campo e a indústria a produzirem mais, consumindo melhor
Diante
da especificidade de cada setor, hábitos de consumo heterogêneos, preocupações
crescentes com equilíbrio e proteção ao meio ambiente, a empresa estrutura um
conjunto de soluções já aplicadas em clientes do setor agroindustrial em todo o
Brasil.
O
modelo proposto inclui automatizar, eletrificar e digitalizar o máximo possível
da linha de produção. Não se trata apenas de aplicações isoladas e sim de
criação de um sistema de conexão entre elas. Segmentos como o automobilístico, químico,
farmacêutico e de bens de consumo, em especial alimentos e bebidas, já
viabilizam esse sistema de uma ponta a outra do processo.
Outra
característica da Siemens ao atender uma empresa é levar em consideração seu
porte de atuação, as estratégias de negócios, instalações e componentes já
utilizados na linha de produção. Esse procedimento, de maximizar o
aproveitamento do que já é utilizado, é permitido pelo elevado nível de
versatilidade de encaixe de soluções e tecnologias que ela projeta, desenvolve
e aplica.
“O
crescimento industrial, qualquer que seja a região, aumenta a demanda por
produtividade, confiabilidade operacional e eficiência energética – exatamente
onde eletrificação e automação geram valor”, sintetiza Fábio Koga, CEO de
Eletrificação e Automação da Área de Infraestrutura Inteligente da Siemens no
Brasil. Para ele, “não há como entregar produtos customizados, com bom custo,
prazo e qualidade sem dispor de uma fábrica automatizada adequadamente”.
E como isso acontece?
A bagagem centenária e
o escopo de atuação da Siemens em tecnologia com aplicações reais em
infraestrutura, energia, mobilidade e indústria, permitem à empresa conciliar
teoria e prática. Por desenvolver e ao mesmo tempo colocar em funcionamento,
consegue captar mais rapidamente reais necessidades de uso e de conexões entre
diferentes etapas da cadeia de produção e fluxo de entrega de um produto.
Atualmente, unidades da
agroindústria equipadas com modelos de automação, eletrificação e digitalização
conseguem produzir em média 10 a 30% a mais que modelos semelhantes sem todos
esses componentes. Isso acontece porque a estrutura adicionada permite
identificar previamente futuros pontos de desequilíbrio que podem resultar em
paradas inesperadas.
“Além
disso, o sistema instalado na indústria analisa os dados extraídos e simplifica
a vida dos operadores ao mostrar como determinado aparelho alcançou aquela
performance. A partir dessa situação, é possível ter referências mais precisas
e, por consequência, tomadas de decisão melhores que resultam em processos mais
eficientes”, exemplifica Koga.
Diferente
de outros países, o Brasil reúne condições especiais para geração e
aproveitamento de fontes de energia com menor impacto sobre o meio ambiente e,
a depender da região, é possível recorrer a matrizes eólica, solar ou hídrica. Além
da presença de investimentos do governo e incentivos ao desenvolvimento de
instalações capazes de gerar biocombustíveis a partir de insumos predominantes no
entorno.
Desafios e perspectivas
Ao conciliar suporte
energético, apoio da tecnologia para qualificar volume de produção e
custo/benefício, o setor agroindustrial pode ambicionar novas oportunidades.
Principalmente levando em conta posição geográfica e facilidade logística de
transporte para fora do país. “A nova fronteira da competitividade da
agroindústria brasileira passa pela integração entre bioenergia, eletrificação
e digitalização. Empresas que competem globalmente precisam produzir com mais
eficiência, menor consumo energético e maior previsibilidade operacional”,
recomenda Koga.
A
Siemens tem apresentado esse cenário, debatido essas perspectivas para
impulsionar o aumento da produtividade da agroindústria, otimizando o consumo
de recursos naturais em eventos promovidos desde o final do primeiro semestre.
O último deles, em Uberlândia, Minas Gerais reuniu representantes das
indústrias automobilística, química, farmacêutica e de bens de consumo, em
especial alimentos e bebidas, para demonstrar, com situações reais,
diferenciais competitivos proporcionados por um sistema de automação adequado,
o nível de confiabilidade de subestações digitais nas linhas de produção,
gestão inteligente e manutenção preditiva de modelos de eletrificação.
O EA
Tour da Siemens também já passou por Goiânia e, nos próximos meses, tem agendas
confirmadas no Rio de Janeiro; Parauapebas, no Pará; Manaus, capital do
Amazonas; Maringá, no Paraná e Distrito Federal. “Em todas essas oportunidades,
procuramos conciliar experiências e demandas locais com a tradição, tecnologia
e base de conhecimento da Siemens durante sua operação no Brasil e no mundo.
Nesse período, desenvolvemos e aplicamos opções para entregar resultados mais
precisos, confiáveis e aderentes às necessidades da indústria e às preocupações
com competividade no mercado e compromisso com a redução de danos ao meio
ambiente”, completa Koga
A Siemens Brasil iniciou suas primeiras atividades em 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1905, ocorria a fundação da empresa no País. Ao longo de sua história, a empresa contribuiu ativamente para a construção e para a modernização da infraestrutura brasileira, com um portfólio de tecnologias inovadoras que capacita seus clientes a acelerarem sua própria transformação digital e a alcançarem maior sustentabilidade. Além disso, oferece serviços financeiros, gestão imobiliária corporativa e serviços de negócios indiretos. O Grupo Siemens é formado pela Siemens Brasil, Siemens Healthineers e Mobility e está presente em praticamente todo o território nacional. Conta atualmente com sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento, com o SITRAIN - Centro de excelência para clientes do setor industrial -, além do Digital Experience Center (DEX), um ambiente que permite uma experiência imersiva pelo ecossistema de soluções e serviços da companhia. Para mais informações acesse: www.siemens.com.br ou nosso Relatório Institucional e ESG.