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Press Release27 November 2024Smart InfrastructureSão Paulo, Brasil
A falta de dados nas organizações representa um grande desafio para a descarbonização, revela estudo da Siemens
A Siemens Smart Infrastructure publicou um novo relatório
intitulado "Transformação Digital, Retornos Sustentáveis: O Novo Caminho
da Infraestrutura". O relatório é baseado em uma pesquisa com 650
executivos sêniores e explora como a digitalização pode ser aproveitada para
acelerar a descarbonização e transformar a infraestrutura mundial –
particularmente em energia, edifícios e operações industriais. Os resultados
destacam como a infraestrutura inteligente permite a descarbonização, a eficiência
dos recursos e a colaboração para atingir as metas de sustentabilidade. No
entanto, apesar do progresso significativo nos últimos anos, ainda há um imenso
potencial não explorado, especialmente quando se trata de operações baseadas em
dados.
A digitalização é um habilitador chave da descarbonização
Os principais
insights incluem o grau em que a digitalização permite uma infraestrutura mais
sustentável, a importância dos dados corretos para informar a tomada de
decisões no caminho para o net zero, e quais tecnologias os líderes esperam que
tenham o maior impacto positivo. As plataformas digitais também são vistas como
uma vantagem para os negócios, com os entrevistados classificando os cinco
principais benefícios de sua adoção como escalabilidade, eficiência de tempo e
custo, implementação mais rápida, confiabilidade e interoperabilidade.
"A digitalização é um poderoso habilitador da
sustentabilidade, e descarbonizar nossos edifícios, redes e infraestrutura está
ao alcance com soluções que já existem hoje. Por exemplo, com a IoT (Internet
das Coisas) reduzindo o custo das tecnologias de edifícios inteligentes,
podemos conectar sistemas, reduzir o consumo de energia e desbloquear enormes
economias", disse Thomas Kiessling, CTO da Siemens Smart Infrastructure.
"Para acelerar a descarbonização e atingir as metas climáticas críticas,
devemos aproveitar as tecnologias digitais como IA e IoT de maneira mais
transformadora. As soluções existem, as economias são claras – não há razão
para não agir agora."
As tecnologias digitais foram identificadas como
desempenhando um papel crítico na redução da pegada de carbono, na otimização
do uso de recursos e na integração de fontes renováveis. 55% dos entrevistados
afirmaram que as tecnologias digitais têm um potencial significativo ou enorme
para avançar na descarbonização de suas operações. No entanto, 45% afirmaram
ver pouco ou nenhum potencial nesse sentido, o que indica que muitos talvez não
compreendam totalmente a relação entre digitalização e descarbonização.
Lacunas de dados representam um grande desafio
Uma infraestrutura
mais inteligente e conectada é fundamental para a gestão de energia. Embora 54%
dos entrevistados digam que suas organizações estão maduras ou avançadas na
gestão de operações orientada por dados, a pesquisa também revela que um dos principais
desafios para os esforços de descarbonização é a disponibilidade de dados. Uma
proporção considerável de entrevistados afirma que não possui ou possui muito
poucos dados nas áreas-chave para melhorar a descarbonização e a eficiência de
recursos: 44% não possuem dados sobre emissões, 46% não têm dados sobre o
desempenho de plantas e máquinas e 30% não possuem dados sobre o consumo de
energia.
Os entrevistados também enfrentam dificuldades em aproveitar
os dados, mesmo quando estes estão disponíveis, devido às limitações nas
habilidades de suas organizações para integrar, gerenciar e analisar dados
provenientes de diversas fontes. Há uma necessidade reconhecida nas
organizações de aumentar o volume, melhorar a qualidade e aprimorar a
disponibilidade de seus ativos de dados se quiserem tomar decisões informadas e
alcançar melhores resultados em eficiência e sustentabilidade.
A IA pode ser a chave para a transição energética
Com base nos
resultados da pesquisa, está claro que a IA é a tecnologia que se espera ter o
maior impacto positivo na descarbonização e eficiência de recursos: 33% dos
entrevistados acreditam que a IA terá o maior impacto nos próximos três anos.
No entanto, por enquanto, outras soluções contribuem significativamente para a
redução das emissões, incluindo IoT, gêmeos digitais, redes inteligentes e
tecnologias de borda.
Veja o relatório completo aqui.
Este comunicado de imprensa, bem como outros materiais, estão
disponíveis em Siemens Smart Infrastructure.
A Siemens Brasil iniciou suas primeiras atividades em 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1905, ocorria a fundação da empresa no País. Ao longo de sua história, a empresa contribuiu ativamente para a construção e para a modernização da infraestrutura brasileira, com um portfólio de tecnologias inovadoras que capacita seus clientes a acelerarem sua própria transformação digital e a alcançarem maior sustentabilidade. Além disso, oferece serviços financeiros, gestão imobiliária corporativa e serviços de negócios indiretos. O Grupo Siemens é formado pela Siemens Brasil, Siemens Healthineers e Mobility e está presente em praticamente todo o território nacional. Conta atualmente com sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento, com o SITRAIN - Centro de excelência para clientes do setor industrial -, além do Digital Experience Center (DEX), um ambiente que permite uma experiência imersiva pelo ecossistema de soluções e serviços da companhia. Para mais informações acesse: www.siemens.com.br ou nosso Relatório Institucional e ESG.