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Como a Siemens ajuda o campo e a indústria a produzirem mais, consumindo melhor

Diante da especificidade de cada setor, hábitos de consumo heterogêneos, preocupações crescentes com equilíbrio e proteção ao meio ambiente, a empresa estrutura um conjunto de soluções já aplicadas em clientes do setor agroindustrial em todo o Brasil.
O modelo proposto inclui automatizar, eletrificar e digitalizar o máximo possível da linha de produção. Não se trata apenas de aplicações isoladas e sim de criação de um sistema de conexão entre elas. Segmentos como o automobilístico, químico, farmacêutico e de bens de consumo, em especial alimentos e bebidas, já viabilizam esse sistema de uma ponta a outra do processo.
Outra característica da Siemens ao atender uma empresa é levar em consideração seu porte de atuação, as estratégias de negócios, instalações e componentes já utilizados na linha de produção. Esse procedimento, de maximizar o aproveitamento do que já é utilizado, é permitido pelo elevado nível de versatilidade de encaixe de soluções e tecnologias que ela projeta, desenvolve e aplica.
“O crescimento industrial, qualquer que seja a região, aumenta a demanda por produtividade, confiabilidade operacional e eficiência energética – exatamente onde eletrificação e automação geram valor”, sintetiza Fábio Koga, CEO de Eletrificação e Automação da Área de Infraestrutura Inteligente da Siemens no Brasil. Para ele, “não há como entregar produtos customizados, com bom custo, prazo e qualidade sem dispor de uma fábrica automatizada adequadamente”.

E como isso acontece?

A bagagem centenária e o escopo de atuação da Siemens em tecnologia com aplicações reais em infraestrutura, energia, mobilidade e indústria, permitem à empresa conciliar teoria e prática. Por desenvolver e ao mesmo tempo colocar em funcionamento, consegue captar mais rapidamente reais necessidades de uso e de conexões entre diferentes etapas da cadeia de produção e fluxo de entrega de um produto. 
Atualmente, unidades da agroindústria equipadas com modelos de automação, eletrificação e digitalização conseguem produzir em média 10 a 30% a mais que modelos semelhantes sem todos esses componentes. Isso acontece porque a estrutura adicionada permite identificar previamente futuros pontos de desequilíbrio que podem resultar em paradas inesperadas. 
“Além disso, o sistema instalado na indústria analisa os dados extraídos e simplifica a vida dos operadores ao mostrar como determinado aparelho alcançou aquela performance. A partir dessa situação, é possível ter referências mais precisas e, por consequência, tomadas de decisão melhores que resultam em processos mais eficientes”, exemplifica Koga.
Diferente de outros países, o Brasil reúne condições especiais para geração e aproveitamento de fontes de energia com menor impacto sobre o meio ambiente e, a depender da região, é possível recorrer a matrizes eólica, solar ou hídrica. Além da presença de investimentos do governo e incentivos ao desenvolvimento de instalações capazes de gerar biocombustíveis a partir de insumos predominantes no entorno. 

Desafios e perspectivas

Ao conciliar suporte energético, apoio da tecnologia para qualificar volume de produção e custo/benefício, o setor agroindustrial pode ambicionar novas oportunidades. Principalmente levando em conta posição geográfica e facilidade logística de transporte para fora do país. “A nova fronteira da competitividade da agroindústria brasileira passa pela integração entre bioenergia, eletrificação e digitalização. Empresas que competem globalmente precisam produzir com mais eficiência, menor consumo energético e maior previsibilidade operacional”, recomenda Koga. 
A Siemens tem apresentado esse cenário, debatido essas perspectivas para impulsionar o aumento da produtividade da agroindústria, otimizando o consumo de recursos naturais em eventos promovidos desde o final do primeiro semestre. O último deles, em Uberlândia, Minas Gerais reuniu representantes das indústrias automobilística, química, farmacêutica e de bens de consumo, em especial alimentos e bebidas, para demonstrar, com situações reais, diferenciais competitivos proporcionados por um sistema de automação adequado, o nível de confiabilidade de subestações digitais nas linhas de produção, gestão inteligente e manutenção preditiva de modelos de eletrificação. 
O EA Tour da Siemens também já passou por Goiânia e, nos próximos meses, tem agendas confirmadas no Rio de Janeiro; Parauapebas, no Pará; Manaus, capital do Amazonas; Maringá, no Paraná e Distrito Federal. “Em todas essas oportunidades, procuramos conciliar experiências e demandas locais com a tradição, tecnologia e base de conhecimento da Siemens durante sua operação no Brasil e no mundo. Nesse período, desenvolvemos e aplicamos opções para entregar resultados mais precisos, confiáveis e aderentes às necessidades da indústria e às preocupações com competividade no mercado e compromisso com a redução de danos ao meio ambiente”, completa Koga
A Siemens Brasil iniciou suas primeiras atividades em 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1905, ocorria a fundação da empresa no País. Ao longo de sua história, a empresa contribuiu ativamente para a construção e para a modernização da infraestrutura brasileira, com um portfólio de tecnologias inovadoras que capacita seus clientes a acelerarem sua própria transformação digital e a alcançarem maior sustentabilidade. Além disso, oferece serviços financeiros, gestão imobiliária corporativa e serviços de negócios indiretos. O Grupo Siemens é formado pela Siemens Brasil, Siemens Healthineers e Mobility e está presente em praticamente todo o território nacional. Conta atualmente com sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento, com o SITRAIN - Centro de excelência para clientes do setor industrial -, além do Digital Experience Center (DEX), um ambiente que permite uma experiência imersiva pelo ecossistema de soluções e serviços da companhia. Para mais informações acesse: www.siemens.com.br ou nosso Relatório Institucional e ESG.
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